Efeitos adversos da poluição – Parte 2


 

Os cientistas encontraram três maneiras principais nas quais os poluentes impactam negativamente nossos corpos.
Em primeiro lugar, partículas finas alteram o sistema nervoso autônomo, que faz parte do sistema nervoso periférico e é um regulador da função cardíaca, entre outras funções. A disfunção do sistema nervoso resultante conduz a uma diminuição anormal da variabilidade da frequência cardíaca. Isso significa que há menos variação nos intervalos de tempo entre os batimentos cardíacos, uma condição associada ao aumento da mortalidade cardíaca.
Em segundo lugar, os poluentes ambientais causam a superprodução de espécies reativas de oxigênio e nitrogênio. Quando inalamos essas minúsculas partículas, elas reduzem as defesas antioxidantes em nosso trato respiratório, incluindo glutationa e superóxido dismutase. Se não possuímos essas substâncias protetoras, a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) é aumentada e os oxidantes podem danificar as moléculas orgânicas. E, claro, o dano causado pelo estresse oxidativo aos componentes celulares contribui para uma série de doenças crônicas do câncer contra o envelhecimento.
A poluição do ar também aumenta a inflamação do corpo inteiro. A evidência mostra que o aumento da poluição corresponde ao aumento dos níveis sanguíneos de citocinas, que são mensageiros químicos. 
Felizmente, os pesquisadores identificaram vários nutrientes que são capazes de interferir com essas vias de poluição. Isso significa que, embora não possamos evitar a exposição a toxinas ambientais comuns, tomar os nutrientes adequados pode reduzir a nossa susceptibilidade aos seus efeitos nocivos.
Vamos examinar estes nutrientes individualmente no próximo post. 
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