Luteína e Zeaxantina


Um artigo no Journal of the International Neuropsychological Society (2017) mostrou uma associação entre os níveis mais elevados de carotenóides luteína e zeaxantina e melhor eficiência cerebral.

A descoberta foi obtida de um estudo da Universidade da Geórgia que envolveu 43 homens e mulheres entre 65 e 86 anos. Os níveis de luteína e zeaxantina foram determinados a partir da medição da densidade óptica do pigmento macular e análise da amostra de sangue.
Os participantes foram convidados a lembrar grupos de palavras não relacionadas enquanto passavam por ressonância magnética funcional para avaliar a atividade cerebral.
Os pesquisadores encontraram uma associação entre níveis mais elevados de luteína e zeaxantina e uma sinalização mais baixa dependente do nível de oxigênio no sangue em várias áreas do cérebro, o que indica que era necessária uma menor atividade cerebral para a tarefa de memória.

Os resultados observados sugerem que L [luteína] e Z [zeaxantina] promovem o funcionamento cognitivo na velhice, aumentando a eficiência neural.

“Há um processo de deterioração natural que ocorre no cérebro quando as pessoas envelhecem, mas há uma maneira de compensar isto, que é aumentar a sinalização cerebral para fazer o mesmo trabalho e manter o nível de desempenho cognitivo.” Observaram os autores.
“É do interesse da sociedade olhar maneiras de amortecer esses processos em declínio para prolongar a independência funcional em idosos. Alterar dietas ou adicionar suplementos para aumentar os níveis de luteína e zeaxantina pode ser uma estratégia para ajudar com isso”, concluíram.

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